A MEU PAI

Victor Jerónimo

 

Homem que carregas no corpo

O peso de uma vida sofrida,

Quantas canseiras em teu rosto

Em lutas quantas vezes perdidas.

 

Saíste da labuta dos campos

Para uma cidade maldita,

Na busca do encanto

Teu corpo sofreu a desdita.

 

Um dia, regressaste às origens

Para completares o teu sonho,

Sem saberes parar no tempo.

 

Completaste a tua vida

Na terra que te viu nascer

Agora, estás só, para sempre! 

17.08.2004

Publicado em:
- 1ª Antologia Literária do Grupo Ecos da Poesia “O FUTURO FEITO PRESENTE", (2005)  ISBN 85-9051170-1-2

 

Som: Lisboa Antiga

Amália Rodrigues

 

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